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terça-feira, 1 de novembro de 2011

A TV é tão nociva para as crianças quanto cômoda para os pais



A sociedade brasileira cultua tanto a televisão que algumas pessoas ficam bravas quando surge um novo argumento para reduzir a exposição de crianças à TV. Foi assim com a recente notícia publicada pelo Delas. Ao noticiar arecomendação da Academia Americana de Pediatria para evitar a exposição de menores de 2 anos ao vídeo, a maior parte dos comentários criticou a pesquisa e defendeu o uso da televisão por bebês.

Acompanho com interesse as notícias sobre o tema porque considero a televisão nociva demais para as crianças. Os profissionais da saúde e da educação que entrevisto constantemente são unânimes em criticar os pais que deixam os filhos por conta da televisão. Criei duas filhas quando a Xuxa era considerada a babá-eletrônica daquela geração, mas nunca a Rainha dos Baixinhos assumiu essa função lá em casa. Há mais de 20 anos, mantinha as meninas o máximo possível afastadas da TV. Com o mais novo, que está com quase quatro anos, faço a mesma coisa. Acho impossível não ver nunca, mas é possível ter bom senso para dosar e reduzir ao mínimo o tempo de exposição e o papel da televisão na vida das crianças.

Essa discussão parece estar mais adiantada nos Estados Unidos, de onde veio a recente pesquisa, do que por aqui. Um exemplo é que a Disney foi obrigada a parar de vender os programas “Baby Einstein” como educativos, porque não há evidência científica nenhuma de que os vídeos contribuam para o desenvolvimento infantil.

A série foi considerada imprópria para a educação de bebês pela Associação Americana de Pediatria. Essa foi uma vitória na batalha liderada pela educadora e psicóloga Susan Linn, criadora da Campanha por uma Infância Livre de Comerciais (Campaign for a Commercial Free Childhood) e autora dos livros “Crianças do Consumo – A Infância Roubada” e “Em Defesa do Faz de Conta”. Acompanhei exposições dela aqui no Brasil, promovidas pelo Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana.

Susan Linn explica que os programas infantis minam a brincadeira livre, fundamental para o bom desenvolvimento. Expostas constantemente à televisão, as crianças se apaixonam pelos personagens e querem todos os produtos relacionados a eles. Com isso, as brincadeiras tornam-se menos criativas, pois as crianças apenas imitam o que veem na tela. “Se as crianças estão apenas imitando, isso não é brincar de verdade”, disse.

E só tratei aqui da televisão rivalizando com a brincadeira criativa. Se formos falar do conteúdo da TV contribuindo para o consumismo infantil, a erotização precoce, o sexismo, a obesidade infantil etc, essa discussão vai longe...
Brincadeira criativa é criar algo do nada, a partir do que vem de dentro da criança. Os pais devem escolher brinquedos que estimulem a participação criativa da criança. “Os melhores brinquedos são aqueles que são 90% a criança e 10% o brinquedo”, completou.

O prejuízo para o desenvolvimento mental e emocional é grande quando o tempo da criança é gasto em frente à televisão. “O brincar é a fundação do aprendizado, da criatividade, da resolução construtiva de problemas, da habilidade para dar continuidade a projetos e de ter autocontrole e retardar gratificações”. Para desenvolver tudo isso e aprender a lidar com a vida, com o mundo e com os seus próprios sentimentos, as crianças precisam dar asas à imaginação, precisam inventar as suas próprias brincadeiras.

Um estudo norte-americano apontou que quanto mais o bebê fica em frente à televisão, mais resiste a desligar o aparelho quando chega aos seis anos de idade. No Brasil, crianças de zero a 12 anos passam, em média, quase cinco horas por dia em frente à TV (Ibope/2008). Imagine o estrago! Quanto tempo roubado de atividades ricas para a formação dessas crianças.

Os pais não podem permitir que a televisão substitua o diálogo e seja o porta-voz da família, ou que ligar o aparelho seja um gesto automático: chega em casa, aperta o botão; acorda, aperta o botão. Mesmo quando as crianças estão brincando, a TV permanece ligada. Isso dispersa, atrapalha a brincadeira. 

Gosto muito da frase que ouvi da fonoaudióloga Flávia Benevides Foz, que recomenda o mínimo de televisão para não prejudicar o desenvolvimento da linguagem: “Na briga entre o brinquedo e a televisão, o brinquedo precisa ganhar, por mais que seja cômodo para os pais deixar a criança vendo televisão”.

domingo, 30 de outubro de 2011

Frequentadores da USP, chamados de estudantes, e a inversão de valores



Caro leitor ou cara leitora, mais uma vez resolvi quebrar o protocolo que fiz sobre
 os dias da semana e os assuntos que seriam publicados. Faço isso após ler algumas coisas a respeito do confronto entre policiais militares e os frequentadores da Universidade de São Paulo (USP), uma das melhores e mais concorridas universidades do Brasil.

O que e como aconteceu o problema

Ao que me parece, policiais, que faziam a ronda dentro do campus, abordaram três jovens próximos a um carro e encontram drogas, mais precisamente maconha, na posse deles. Como em qualquer situação parecida, os policiais tinham o dever de encaminhar os jovens à uma delegacia de polícia por porte de substância entorpecente, assim como aconteceria (ou deveria acontecer) com qualquer outro usuário, seja ele político, ator, jogador de futebol, empacotador de supermercado ou um estudante.
Os eventos que sucederam a atuação da polícia são de surpreender qualquer pessoa com uma boa consciência de valores morais.
Ao perceber que a polícia faria exatamente aquilo que deveria fazer, outros jovens que estavam no local, acuaram os policiais, fazendo com que eles buscassem proteção em um dos prédios. Repare, não estavam extorquindo, ameaçando, agredindo, estavam apenas exercendo o dever de polícia que lhes foi conferido.
Após tentar sair e continuar com o procedimento padrão, os policiais foram agredidos, insultados, ameaçados. Um dos jovens chegou a jogar um cavalete nos oficiais. Outros jogaram pedras e chutaram a viatura.
Diante desta cena os policiais reagiram com gás lacrimogênio e bombas de efeito moral em atitude típica de legítima defesa. Feridos, só do lado da polícia, é bom frisar.
Muito bem, até aí eu acho só um conflito idiota. Jovens, que se julgam acima da lei, enfrentando a polícia em nome de uma liberdade da qual não têm direito.
Agora estes mesmos jovens querem a retirada da força policial destacada para trazer segurança a todos os alunos da USPForça que foi solicitada, há pouco tempo, após a morte de um estudante.

Qual é o papel dos estudantes: Fumar maconha ou estudar?

Recuso-me a chamar os jovens envolvidos nesse nefasto episódio de estudantes, estudante é o que vai para a faculdade para estudar, não é para fumar maconha, roubar, promover baderna ou qualquer coisa do tipo.
Alguns estudantes fumam maconha? Imagino que uma boa parte fuma. É ilegal? Claro que é, porra! Enquanto for ilegal a polícia tem que agir e ponto final. Já escrevi sobre a descriminalização da droga antes, clique aqui para ler.
Quer fazer algo em desacordo com a lei? Ok, problema seu, mas não espere ver policiais observando você e achando normal. O sujeito que acha que fumar maconha dentro de uma universidade pública é normal, merece mesmo tomar um sacode das autoridades.
Na verdade, esse glamour estúpido, que alguns acreditam ter o ato de fumar um baseado, deve ser combatido. Em minha opinião as universidades são permissivas e omissas. Eu até entendo as que são privadas, pois não passam de grandes máquinas caça-níqueis, querem mais é que o aluno se exploda, desde que pague sua mensalidade, mas uma universidade pública deveria ser o exemplo.

A sociedade pemiando o privilégio contra o merecimento

É o meu, o seu, o nosso dinheiro que está sendo desperdiçado com esses boçais que não estão lá para aprender. Sei que isso pode parecer extremista, mas no meu modo de ver, injetar dinheiro público na formação de um jovem que age assim, ao arrepio da lei, é a mesma coisa que desviar dinheiro de uma obra pública.
As vagas em universidades públicas são raras e estamos desperdiçando-as com estes pseudo-intelectuais-estudantes ao invés de beneficiar gente que merecia uma chance.
Merecimento. Uma palavra pouco utilizada no Brasil, o conceito, então, cada vez menos aplicado. O que vejo é a cultura do privilégio se agigantar. Ser amigo de um, parceiro do outro, protegido por ser filho ou primo de alguém, tudo o que não tem a ver com uma sociedade democrática e equilibrada.
Do meu ponto de vista, o governador e o reitor, ao não expulsar esses jovens, estão se acovardando, deixando de moralizar uma instituição que já foi muito respeitada pela sua qualidade. Espero que ajam com sabedoria para não passar a ideia de permissividade.
Não é o porte de drogas que está em discussão, é a falta de valores e princípios! Pergunto-me: o que acontecerá quando a lei tratar esses jovens de forma diferente, em razão da conclusão de um curso superior (já que haverá tratamento diferenciado). Do que serão capazes estas pessoas que já se consideram intocáveis? Se o objetivo da educação for criar distinção para que as pessoas se considerem impunes, melhor rever o sistema.

A polícia incomoda quando não é corrupta

Vi algumas pessoas se manifestando a favor deles e isso me gerou algumas dúvidas. A sociedade quer uma polícia honesta? Será que ela está preparada para ter uma?
Eu vejo o noticiário e a população que sempre cobram uma atitude correta da polícia, mas quando acontece a mesma população é quem vai contra ela. É de uma hipocrisia sem limite. A hipocrisia neste país está atingindo níveis de doença, vide o caso Rafinha Bastos e outros que citei em outro artigo.
Uma polícia honesta não toma dinheiro de bandido, mas também não alivia para filhinho de papai importante. Persegue traficante e também enquadra o usuário. Combate o contrabando e apreende produtos de compradores.
O problema da polícia talvez não esteja no policial. Talvez está em você e em mim, ao nos calarmos quando não deveríamos. Estes jovens exigem agora que o poder público não os processe, caso contrário não desocuparão o prédio que tomaram. Não bastasse usar o dinheiro público para, supostamente, “estudar”, ainda se consideram no direito de tomar o patrimônio público, danificando-o.
Qual deveria ser a resposta das autoridades? A minha opinião você já tem. Qual é a sua? Devemos mostrar a eles que estão certos e esquecer toda a confusão ou mostremos que a lei é para todos, inclusive para eles?
Até mais!

FONTE: Pergunte ao Urso 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

As 11 regras que não se aprendem nas escolas por Bill Gates


Segundo fontes, Bill Gates foi convidado para dar uma palestra em uma escola secundária. Chegou de helicóptero, se dirigiu ao centro do palco, tirou um papel do bolso onde havia escrito algumas anotações. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido incansavelmente por mais de 10 minutos, agradeceu, retornou ao seu helicóptero e partiu.

O texto que Bill Gates leu para todas as pessoas presentes naquela ocasião era na verdade "regras" escritas por ele mesmo, onde ele fala sobre as facilidades propostas pela vida social e escolar juntamente com suas consequências em uma futura vida profissional.

- Segue então o discurso:

- Vocês estão se formando e deixando os bancos escolares para enfrentar a vida lá fora. Não é a vida que vocês querem, não é a vida que vocês sonharam ter, é a vida como ela é. Vocês estão saindo de um mundo educacional que está pervertendo o conceito da educação, adotando um esquema que visa proporcionar uma vida fácil para a nova geração. Essa política educacional leva pessoas a falharem em suas vidas pessoais e profissionais mais tarde. Vou compartilhar com vocês onze regras que não se aprendem nas escolas.

- Regra 1: A vida não é fácil, acostume-se com isso.

- Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

- Regra 3: Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

- Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.

- Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

- Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

- Regra 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são "ridículos". Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

- Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA com a vida real. Se pisar na bola, está despedido... RUA!!! Faça certo da primeira vez!

- Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

- Regra 10: Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

- Regra 11: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Jovens que usam redes sociais têm mais chances de fumar, diz estudo


Adolescentes também têm 3 vezes mais chances de beber álcool.
Fotos de jovens usando drogas podem influenciar, diz estudo.

Estudo da Universidade da Columbia revelou ligação entre drogas e redes sociais (Foto: Reprodução)
Estudo da Universidade da Columbia revelou ligação
entre drogas e redes sociais (Foto: Reprodução)
Adolescentes que usam redes sociais têm cinco vezes mais chances de fumar cigarro, três vezes mais chances de beber álcool e uma probabilidade duas vezes maior de experimentar maconha, revelou um estudo do Centro de Dependência e Abuso de Substâncias da Universidade da Columbia.

O estudo comparou adolescentes entre 12 e 17 anos que acessam qualquer tipo de rede social, mesmo se por apenas alguns minutos, com aqueles que não acessam. Em uma declaração, o pesquisador Joe Califano disse que os resultados são “profundamente preocupantes”. Ele afirmou que a pesquisa revela que a internet pode colocar os adolescentes em situações de risco.

Segundo o estudo, adolescentes que passam “algum” tempo em redes sociais têm cinco vezes mais chances de usar tabaco (10% contra 2%), três vezes mais chances de beber álcool (26% contra 9%), e uma probabilidade duas vezes maior (13% contra 7%) de usar maconha do que adolescentes que nunca visitaram redes sociais.

O estudo também perguntou aos jovens se eles já tinham visto fotos de outros adolescentes bêbados, desmaiados ou usando drogas no site. Mais de 40% dos adolescentes responderam que sim; 51% daqueles que usam redes sociais regularmente também disseram que sim. Os pesquisadores disseram ter encontrado ligação entre os jovens que já tinham visto as imagens com aqueles que já tinham bebido álcool ou usado maconha.

Representantes do Facebook disseram que o site retira todo conteúdo ilegal quando denunciado, segundo o "PC World".
Fonte: G1

Pastor cria igreja drive thru e diz que Jesus faria o mesmo



O pastor David Ray é o responsável pelo projeto e afirma que essa é a terceira igreja que fundou nesse estilo
Pastor cria igreja drive thru e diz que Jesus faria o mesmo
O conceito de Drive Thru hoje em dia muitas vezes é associado apenas a cadeias de lanchonete.
Mas antigamente existiam os cinemas drive thru. As pessoas dirigiam até o local, olhavam para uma tela enorme e ouviam o som do filme numa frequência específica nos rádios do automóvel. A ideia era aliar o conforto e a privacidade do automóvel com uma forma barata de diversão. Com o tempo esse tipo de lugar deixou de existir.
Mas na cidade de Lucas, no Texas, um pastor decidiu ressuscitar o conceito e usá-lo para pregar o evangelho. Nasceu assim o “Sanctuary Under the Sky”. [Santuário a céu aberto] onde o fiel pode estacionar seu carro, pegar um boletim e acompanhar o culto no conforto de seu carro, incluindo o louvor e até a benção após o sermão. A igreja funciona no estacionamento da escola de ensino médio Lovejoy .
Fiéis como Gene Schulle gostaram da iniciativa. “Esta é a primeira vez que usei shorts na igreja”, explica Schulle.
Na verdade, trata-se de um culto “alternativo” promovido pela Igreja Presbiteriana do Mestre que ocorre todos os domingos às 9 da manhã
Dotty Claybrook, que participou do culto disse que o contato com a natureza é muito bom e acrescenta que para adorar a Deus prefere um ambiente mais íntimo – sozinha em seu carro.
O pastor David Ray é o responsável pelo projeto e afirma que essa é a terceira igreja que fundou nesse estilo. “Seu objetivo é atrair pessoas que não estão dispostas a participar de cultos convencionais. Ele afirma que Jesus iria gostar da iniciativa. “Tudo que ele fazia era a céu aberto, sermões inclusive. Dentro de quatro paredes de um templo ele só encontrou problemas”, afirma
Para os que preferem ter contato com outros cristãos, o auditório da escola também é usada para os cultos da igreja presbiteriana às 10h30

http://noticias.gospelprime.com.br
Fonte:

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Religiosos são mais felizes quando as circunstâncias são ruins



A pesquisa também mostrou que onde a paz e a abundância são normas, no entanto, a religiosidade é mais baixa.

Uma nova pesquisa publicada no Journal of Personality and Social Psychology sugere que em sociedades com problemas sociais as pessoas religiosas são mais felizes do que os seus colegas não religiosos. Onde a paz e a abundância são normas, no entanto, a religiosidade é mais baixa, e todas as pessoas são mais felizes – sendo religiosas ou não.

O estudo foi o primeiro a analisar a religião e a sua relação com a felicidade em uma escala global. Foram levantados dados de pessoas de mais de 150 países, que incluíram perguntas sobre filiação religiosa, satisfação com a vida, respeito, apoio social e sentimentos positivos e negativos.

Estudos anteriores sugeriram que as pessoas religiosas tendiam a ser mais felizes do que as não religiosas. As novas descobertas indicam, no entanto, que a religiosidade e a felicidade estão intimamente ligadas às características das sociedades em que as pessoas vivem.

As circunstâncias acabam prevendo a religiosidade. Circunstâncias difíceis levam as pessoas a serem mais religiosas. Em sociedades com menos mazelas sociais, as pessoas religiosas – em menor quantidade – não são as únicas felizes: nessas localidades, todos são mais felizes.

De acordo com os pesquisadores, a religiosidade parece aumentar a felicidade e o bem-estar nas sociedades que não fornecem alimentação adequada, emprego, saúde, segurança e oportunidades educacionais. Além disso, as pessoas religiosas que vivem em sociedades também religiosas têm mais probabilidade de se sentirem respeitadas, receber mais apoio social e serem mais positivas.

Já nas sociedades laicas – que em muitos casos são ricas e têm mais suporte social – as pessoas religiosas e não religiosas relatam bem-estar maior e sentimentos positivos. Surpreendentemente, as pessoas religiosas relataram mais sentimentos negativos do que as não religiosas nessas sociedades.

Fonte: O Verbo e Garimpo Gospel

sábado, 20 de agosto de 2011

Inglesa sofre de doença rara que deixa pernas gigantes



Mandy Sellers: Foto Reprodução
A inglesa Mandy Sellers tem uma doença rara que faz com que suas pernas e pés não parem de crescer. A mulher, de 36 anos, sofre da Síndrome de Proteus, doença congênita que causa crescimento exagerado da pele devido a má-formações cutâneas e subcutâneas.

Moradora da cidade de Accrington, na Inglaterra, Mandy teve a perna esquerda amputada em janeiro de 2010. Os médicos optaram pela cirurgia por causa das seguidas infecções no local. A operação trouxe alívio para a inglesa.

“A amputação mudou completamente a minha vida, porque eu não estou mais ficando doente o tempo todo. Eu me sinto tão saudável como há 20 anos”, contou Mandy ao jornal The Sun.

A inglesa agora está aprendendo a andar com uma prótese e faz fisioterapia. Apesar dos problemas, Mandy dá uma lição de como olhar a vida sob uma ótica positiva: “Minha vida está melhor do que nunca. Minha mobilidade ainda não é tão boa, mas estou evoluindo nisso. Me sinto melhor fisicamente, o que ajuda a me sentir melhor mentalmente”.

A Mandy passa boa parte de seu tempo livre trabalhando na conscientização sobre a Síndrome de Proteus, que afeta cerca de 200 pessoas no mundo todo.
Fonte: 24 Horas News, Brasil Universo on line 

domingo, 14 de agosto de 2011

Cientistas criam pele artificial eletrônica que permitirá diagnóstico de doenças à distância


Cientistas criam pele eletrônica artificial que se prende à pele orgânica de maneira invisível. Ela é similar à natural em rigidez, espessura e densidade e pode transmitir frequência cardíaca e atividade cerebral à distância. A tecnologia foi apresentada em um artigo na Science desta quinta-feira (11).
O adesivo é carregado com diferentes sensores que podem ser usados ??para medir a atividade cerebral em condições normais, quando uma pessoa tem uma vida normal. A pele sensível também pode ser usada em próteses amputada ou em transmissores ligado à garganta, para facilitar a comunicação de pessoas com lesões que limitam a capacidade de falar.
Nosso objetivo foi desenvolver tecnologia eletrônica integrada à pele, de modo a ser mecanicamente e fisiologicamente invisível para o usuário", afirmou John A. Rogers, da Universidade de Illinois, líder da pesquisa em parceria com pesquisadores de Cingapura e da China.
A pele tem a espessura de um cabelo humano e é feita basicamente de um polímero com flexibilidade que se estica e adapta a rugas (como a pele natural) sem ser danificado. Ela adere ao corpo sem qualquer adesivo, simplesmente pela atração natural das moléculas da mesma substância, e você pode colocar em qualquer lugar sem causar irritações na pele.

Os pesquisadores irão se concentrar agora na melhoria do desempenho das comunicações sem fio.

Fonte: Uol noticias

domingo, 7 de agosto de 2011

Menino de 12 anos é mantido acorrentado em galpão na China

O caso do pequeno Cai Changqing, de 12 anos, chocou moradores da China após ser descoberto que ele era mantido acorrentado, em condições quase sub-humanas, junto com o cachorro, na casa do tio, Cai Quan, na província de Heilongjiang. De acordo com ele, a 'medida' é para o próprio bem do menino, que tem problemas mentais e fugia constantemente.

"Ele não fala, nem nunca falou. Os pais dele achavam que, com o tempo, falaria, mas depois descobriram que ele havia nascido com alguns problemas", contou o tio do garoto, de acordo com o jornal Daily Mail. O menino foi deixado aos cuidados do tio após a mãe morrer e o pai ficar paralisado por conta de um acidente de carro.

Todo os dias, Cai fica preso por uma corrente de ferro em um tipo de galpão no quintal do tio, junto com o cachorro. Ainda não se sabe como o caso será tratado pelas autoridades locais.
Fonte: O Dia Online

Meu comentário: QUANTAS VEZES ESQUECEMOS DE ORAR POR TAIS COISAS? QUANTAS VEZES FAZEMOS NOSSA ORAÇÃO GANANCIOSA SÓ PEDINDO.....PEDINDO E NUNCA INTERCEDENDO PELO NOSSO PRÓXIMO? QUE DEUS NOS FAÇA TER MAIS AMOR PELO PRÓXIMO E DEDICAR ALGUNS MINUTOS DE NOSSAS ORAÇÕES GANACIOSAS INTERCEDENDO PELOS QUE SOFREM 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Mundo terá em breve 7 bilhões de habitantes


CORRESPONDENTE/ GENEBRA
No dia 31 de outubro, em algum lugar da Índia, um parto marcará um ponto crítico na história do planeta: com esse nascimento, o mundo passará a ter 7 bilhões de habitantes. A projeção foi feita pela ONU e, apesar de a data ser apenas uma estimativa e o país apenas uma probabilidade, a realidade é que o ano terminará com um novo marco em termos demográficos que promete aprofundar os desafios sociais e ambientais.
A explosão da população mundial calculada pela ONU está sendo publicada nesta semana pela revista Science, em um estudo que mostra que avanços médicos, vacinas mais eficientes, proliferação do uso de antibióticos e um relativo avanço no acesso à saúde permitiram uma elevação na expectativa de vida nos países em desenvolvimento. Mas, ao mesmo tempo que isso ocorre, a taxa de natalidade desses países continua elevada.
A escolha da Índia para celebrar a marca não ocorre por acaso. O país de fato faz avanços na área médica. Mas, sem um controle populacional, passará a China em poucos anos em termos de população - hoje a Índia tem 1,2 bilhão de habitantes e a China, 1,3 bilhão. A ONU ainda está convencida de que, diante das taxas de natalidade dos países em desenvolvimento, são eles os responsáveis pela elevação da população mundial em 1 bilhão de pessoas em apenas 12 anos.
Segundo o estudo, a primeira vez que o planeta registrou 1 bilhão de pessoas foi em torno de 1800. Para chegar a 2 bilhões de pessoas, o mundo precisou de mais 125 anos. Mas, apenas nos últimos 50 anos, a população mundial passou de 3 bilhões para 7 bilhões.
O pico da expansão de fato ocorreu nos anos 70, quando o mundo crescia cerca de 2% ao ano. Hoje, essa taxa caiu para 1%. Mas, segundo o estudo, a expansão continuará, principalmente nos países em desenvolvimento. Até 2050, o mundo terá 9,3 bilhões de pessoas, das quais 97% do crescimento ocorrerá nas regiões mais pobres.
http://estadao.br.msn.com
Fonte: