terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Que você seja alegre,
mesmo quando vier a chorar.
Que você seja sempre jovem,
mesmo quando o tempo passar.
Que você tenha esperança,
mesmo quando o sol não nascer.
Que você ame seus íntimos,
mesmo quando sofrer frustações.
Que você jamais deixe de sonhar,
mesmo quando vier a fracassar.
Isso é ser Feliz...
Augusto Cury
mesmo quando vier a chorar.
Que você seja sempre jovem,
mesmo quando o tempo passar.
Que você tenha esperança,
mesmo quando o sol não nascer.
Que você ame seus íntimos,
mesmo quando sofrer frustações.
Que você jamais deixe de sonhar,
mesmo quando vier a fracassar.
Isso é ser Feliz...
Augusto Cury
domingo, 7 de agosto de 2011
Menino de 12 anos é mantido acorrentado em galpão na China
O caso do pequeno Cai Changqing, de 12 anos, chocou moradores da China após ser descoberto que ele era mantido acorrentado, em condições quase sub-humanas, junto com o cachorro, na casa do tio, Cai Quan, na província de Heilongjiang. De acordo com ele, a 'medida' é para o próprio bem do menino, que tem problemas mentais e fugia constantemente.
"Ele não fala, nem nunca falou. Os pais dele achavam que, com o tempo, falaria, mas depois descobriram que ele havia nascido com alguns problemas", contou o tio do garoto, de acordo com o jornal Daily Mail. O menino foi deixado aos cuidados do tio após a mãe morrer e o pai ficar paralisado por conta de um acidente de carro.
Todo os dias, Cai fica preso por uma corrente de ferro em um tipo de galpão no quintal do tio, junto com o cachorro. Ainda não se sabe como o caso será tratado pelas autoridades locais.
Fonte: O Dia Online
Meu comentário: QUANTAS VEZES ESQUECEMOS DE ORAR POR TAIS COISAS? QUANTAS VEZES FAZEMOS NOSSA ORAÇÃO GANANCIOSA SÓ PEDINDO.....PEDINDO E NUNCA INTERCEDENDO PELO NOSSO PRÓXIMO? QUE DEUS NOS FAÇA TER MAIS AMOR PELO PRÓXIMO E DEDICAR ALGUNS MINUTOS DE NOSSAS ORAÇÕES GANACIOSAS INTERCEDENDO PELOS QUE SOFREM
Nem todos descansam em paz
Publicado originalmente no Reforma e Carisma.
Quem já viu desenho animado, deve se lembrar de quando um personagem "morre" e é enterrado. Nestes momentos, aparece uma lápide de pedra com a inscrição "RIP", uma abreviação de "rest in peace", que significa "descanse em paz" em português. O termo "RIP" também é conhecido de quem usa o Twitter e é uma hashtag muito comum usada quando morre alguém famoso, como a cantora Amy Winehouse.
Quem já viu desenho animado, deve se lembrar de quando um personagem "morre" e é enterrado. Nestes momentos, aparece uma lápide de pedra com a inscrição "RIP", uma abreviação de "rest in peace", que significa "descanse em paz" em português. O termo "RIP" também é conhecido de quem usa o Twitter e é uma hashtag muito comum usada quando morre alguém famoso, como a cantora Amy Winehouse.
A ideia por trás da expressão é a de que morte significa o fim do sofrimento. Morrer é descansar das aflições e angústias da vida, uma forma de por fim às dores e lutas. A esperança deste descanso é a crença que move a maioria dos cerca de um milhão de pessoas que se suicidam todo ano. O fim da vida seria a forma de fugir do bullying, das doenças, da decepção e da dor provocada pela morte de outras pessoas. Afinal, não existir é melhor do que certos graus de sofrimento.
Pelo menos é o que parece para algumas celebridades ao comentarem o falecimento da cantora Amy Winehouse, uma diva mergulhada em drogas e desespero. Demi Moore espera que "sua problemática alma soul encontre paz". Lily Allen partilha da mesma esperança: "Ela era uma alma perdida, espero que ela descanse em paz".
No entanto, estão eles certos? A morte trará paz a todas as almas do mundo?
A Bíblia é categorica: a resposta é não. Na verdade, o resultado de nossa morte depende do julgamento e da obra de Deus em nossas vidas:
Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez edepois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam. (Hebreus 9:27-28)
Há um julgamento
Em primeiro lugar é preciso que entendamos que seremos julgados por Deus pelo que fizemos em nossa vida. Quando morremos não estamos livres do que fizemos ou deixamos de fazer enquanto vivíamos. Ao contrário, é o momento em que nossas ações e crenças serão pesadas diante de Deus:
Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más. (2 Coríntios 5:10)
Para aqueles que fizeram o bem, a morte é sim o momento do descanso e da recompensa. É a hora de receber o louvor de Cristo e aguardar até que Ele venha trazer salvação completa a todos os que O aguardaram.
Mas, para quem fez o mal, a penalidade será aplicada "de acordo com as obras praticadas". Nestes casos, a morte não é o fim, mas sim o início de um sofrimento ainda maior do que aquele que foi experimentado em vida. Segundo o próprio Jesus, o inferno é um lugar tão terrível, que é mais apavorante do que a própria morte:
Eu lhes digo, meus amigos: não tenham medo dos que matam o corpo e depois nada mais podem fazer. Mas eu lhes mostrarei a quem vocês devem temer: temam aquele que, depois de matar o corpo, tem poder para lançar no inferno. Sim, eu lhes digo, esse vocês devem temer. (Lucas 12:4-5)
Não há uma segunda chance, outras vidas onde se pode recomeçar com menos pressão e consertar o que foi feito no passado. O julgamento acontece assim que morremos e nos encontramos com o Senhor.
Jesus: o Salvador de muitos
Qual o critério usado por Deus neste julgamento? Com certeza as obras definem as penas e recompensas, mas não são elas que definem se o veredicto será "inocente" ou "culpado". A sentença depende do sacrifício que Cristo Jesus fez na cruz, morrendo no lugar dos pecadores, para tirar os pecados de muitos.
Não há outra forma de ser considerado inocente. A Bíblia ensina que todos nós pecamos e, por esta razão, o pagamento justo que deveríamos receber era a morte:
Que concluiremos então? Estamos em posição de vantagem? Não! Já demonstramos que tanto judeus quanto gentios estão debaixo do pecado. Como está escrito: "Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus". (Romanos 3:9-11)
Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 6:23)
Logo, a lógica bíblica é a de que todos nós deveríamos ser condenados por Deus. A morte seria o início da dor para todos. Mas, em Cristo há uma exceção:
Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. (João 3:16-18)
A única forma de enfrentar o Juízo e encontrar a paz após a morte é crendo em Jesus. Aquele que crê que Jesus veio ao mundo para morrer no lugar dos pecadores e deposita em Cristo a sua vida, esse não é condenado. Mas todos os que duvidam de Cristo e não creem n'Ele já estão condenados. Esses jamais descansarão em paz.
Aguardando a Cristo
Mas o que muitos precisam é de paz para o presente. Muitas vezes a vida parece mesmo insuportável, um fardo enorme e impossível de se carregar. Eu mesmo já pensei em tentar o suicídio algumas vezes e em vários momentos questionei se a vida valeria mesmo a pena ser vivida. E sei que não sou o único. O que fazer nessas situações?
A resposta é dada no final de Hebreus 9:28. Jesus veio trazer a salvação aos que O aguardam, aos que estão esperando o Seu retorno. De fato, aquele que crê em Cristo já é salvo, está livre da condenação eterna e conta com a ajuda de Deus desde agora. Mas a salvação ainda não está completa e só será concluída no fim dos tempos.
O cristão deve ter, portanto, uma atitude de esperança e paciência diante do sofrimento. Ele precisa ter fé de que a dor e os problemas são passageiros. Mesmo que os nossos problemas se arrastem por décadas, no final Cristo virá e nos livrará de toda dor. Contudo, essa é uma bênção que só alcança aqueles que esperam por Jesus.
O que não quer dizer que não tenhamos um socorro imediato. Jesus está o tempo todo diante do Pai, orando por nós e nos convidando a irmos até Ele para recebermos a graça e a misericórdia de que necessitamos:
Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. (Hebreus 4:14-16)
Não importa qual o sofrimento que nos aflige: Jesus pode nos socorrer. Ele entende as nossas fraquezas e está ao lado do trono do Pai, oferecendo o que nós precisamos para vencer os momentos de necessidade. Enquanto não encontramos o descanso definitivo de nossos problemas, em Cristo podemos achar tudo o que precisamos para perseverar e vencer.
Não adianta, portanto, nos iludirmos pensando que a morte trará a paz. Morrer não é a solução. A única forma de realmente derrotar a dor e as tristezas de nossa vida é crendo em Jesus, nos aproximando do trono do Pai e aguardando o retorno de Cristo. Até que esse dia chegue, por mais difíceis que seja a nossa situação, Deus sustentará os que crerem n'Ele.
Fonte: 5 Calvinistas
Valores importantes para a Criação dos filhos!
Priscila Leal(Secretaria da Diretoria IPDA)
Instrução aos filhos
No Antigo Testamento Deus confiou na determinação de homens fiéis para repassar suas instruções às gerações posteriores. Ele disse sobre Abraão: “Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo”(Gênesis 18:19). A confiança de Deus em Abraão não foi baseada na experiência desse homem como pai. Deus sabia que Abraão era fiel ao Senhor e que faria o melhor possível como pai.
Nas últimas semanas da vida de Moisés, ele disse aos israelitas: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”(Deuteronômio 6:6-7).
Asafe, um dos salmistas de Israel, escreveu: “O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez” (Salmo 78:3-4).
O livro de Provérbios contém muito ensinamento prático dos pais para os filhos. Consideremos alguns versículos que frisam a importância de dar e receber esta orientação:“Ouvi, filhos, a instrução do pai e estai atentos para conhecerdes o entendimento” (4:1);“Filho meu, atenta para as minhas palavras; aos meus ensinamentos inclina os ouvidos”(4:20); “Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe”(6:20); “O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe” (10:1);“O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não atende à repreensão” (13:1);“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velha, não se desviará dele” (22:6).
O Novo Testamento, também, fala da importância da instrução pelos pais. Paulo comentou sobre a fé que Timóteo aprendeu de sua mãe e de sua avó (2 Timóteo 1:5). O mesmo apóstolo escreveu:“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). O autor de Hebreus comentou sobre a importância da disciplina na instrução dos filhos (Hebreus 12:4-11). A Bíblia toda enfatiza a importância da educação dada pelos pais aos filhos.
Quando a Palavra de Deus diz “pais”, isto significa os dois, marido e mulher; abrange, também, na língua grega, os avós, indicando que a influência que moldará os nossos filhos é larga.
Mas a Palavra do Senhor responsabiliza, diretamente, que a tarefa de educar os filhos pertence aos pais.
Nas últimas semanas da vida de Moisés, ele disse aos israelitas: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”(Deuteronômio 6:6-7).
Asafe, um dos salmistas de Israel, escreveu: “O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez” (Salmo 78:3-4).
O livro de Provérbios contém muito ensinamento prático dos pais para os filhos. Consideremos alguns versículos que frisam a importância de dar e receber esta orientação:“Ouvi, filhos, a instrução do pai e estai atentos para conhecerdes o entendimento” (4:1);“Filho meu, atenta para as minhas palavras; aos meus ensinamentos inclina os ouvidos”(4:20); “Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe”(6:20); “O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe” (10:1);“O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não atende à repreensão” (13:1);“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velha, não se desviará dele” (22:6).
O Novo Testamento, também, fala da importância da instrução pelos pais. Paulo comentou sobre a fé que Timóteo aprendeu de sua mãe e de sua avó (2 Timóteo 1:5). O mesmo apóstolo escreveu:“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). O autor de Hebreus comentou sobre a importância da disciplina na instrução dos filhos (Hebreus 12:4-11). A Bíblia toda enfatiza a importância da educação dada pelos pais aos filhos.
Quando a Palavra de Deus diz “pais”, isto significa os dois, marido e mulher; abrange, também, na língua grega, os avós, indicando que a influência que moldará os nossos filhos é larga.
Mas a Palavra do Senhor responsabiliza, diretamente, que a tarefa de educar os filhos pertence aos pais.
A Disciplina dos filhos
Provérbios 13:24 “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”.
Os pais devem corrigir os seus filhos, orientá-los, discipliná-los e guiá-los. Muitos pais acham bonito quando a criança vai à casa de alguém e assiste TV, ou começa assistir a filmes de violência, a programas mundanos; logo, a criança vai crescendo com essas informações que ela capta na mente e, mais tarde, sofrerá as consequências desse mal ensinamento que absorveu.
A tevê tem contribuído na degradação do gênero humano. Uma criança testemunhará mais de 200 mil atos de violência na televisão, incluindo 16 mil assassinatos, antes que atinja os 18 anos de idade. Os programas de TV, para crianças, contêm cerca de 26 ações violentas a cada hora. Em média, durante o horário nobre, há cinco atos violentos. O Estudo Nacional sobre Violência na Televisão fez um perfil dos programas de televisão numa ampla gama de canais, e concluiu: 57% de todos os programas e 66% dos infantis continham violência.
A nossa casa deve estar limpa diante de Deus. Os nossos filhos deverão viver à luz da Palavra de Deus e ver o exemplo de pais cristãos que adoram a Deus em Espírito e em Verdade! A Bíblia diz: “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta” (Pv 20.11).
As crianças que não recebem disciplinas, tendem a crescerem rebeldes, não respeitando as autoridades e, obviamente, não estarão dispostas a obedecer e seguir a Deus.
Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir-nos ao caminho certo e, também, encorajar o arrependimento por nosso atos. Salmos 94:12: “Bem-aventurado é o homem a quem tu castigas, ó SENHOR, e a quem ensinas a tua lei”. Entre outros: Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9. A disciplina de Deus é feita com amor, assim como deve ser a disciplina entre os pais e o filho.
Os pais devem ensinar os filhos desde cedo a organizar sua vida, por exemplo; organizar seu tempo, organizar seu quarto, seu guarda-roupa, sua casa, ter um tempo de lazer, ensinar a criança a ter um tempo para Deus, para ler a Bíblia, para orar. “Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14).
Os pais devem corrigir os seus filhos, orientá-los, discipliná-los e guiá-los. Muitos pais acham bonito quando a criança vai à casa de alguém e assiste TV, ou começa assistir a filmes de violência, a programas mundanos; logo, a criança vai crescendo com essas informações que ela capta na mente e, mais tarde, sofrerá as consequências desse mal ensinamento que absorveu.
A tevê tem contribuído na degradação do gênero humano. Uma criança testemunhará mais de 200 mil atos de violência na televisão, incluindo 16 mil assassinatos, antes que atinja os 18 anos de idade. Os programas de TV, para crianças, contêm cerca de 26 ações violentas a cada hora. Em média, durante o horário nobre, há cinco atos violentos. O Estudo Nacional sobre Violência na Televisão fez um perfil dos programas de televisão numa ampla gama de canais, e concluiu: 57% de todos os programas e 66% dos infantis continham violência.
A nossa casa deve estar limpa diante de Deus. Os nossos filhos deverão viver à luz da Palavra de Deus e ver o exemplo de pais cristãos que adoram a Deus em Espírito e em Verdade! A Bíblia diz: “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta” (Pv 20.11).
As crianças que não recebem disciplinas, tendem a crescerem rebeldes, não respeitando as autoridades e, obviamente, não estarão dispostas a obedecer e seguir a Deus.
Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir-nos ao caminho certo e, também, encorajar o arrependimento por nosso atos. Salmos 94:12: “Bem-aventurado é o homem a quem tu castigas, ó SENHOR, e a quem ensinas a tua lei”. Entre outros: Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9. A disciplina de Deus é feita com amor, assim como deve ser a disciplina entre os pais e o filho.
Os pais devem ensinar os filhos desde cedo a organizar sua vida, por exemplo; organizar seu tempo, organizar seu quarto, seu guarda-roupa, sua casa, ter um tempo de lazer, ensinar a criança a ter um tempo para Deus, para ler a Bíblia, para orar. “Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14).
A importância do Amar!
É necessário observar que muitas vezes os pais não demonstram o amor como devem ser, às vezes, têm a convicção de que esta necessidade está sendo suprida. Os pais, realmente, amam seus filhos, mas o problema está em transmitir esse afeto de amor de coração para coração. Muitos expressam o amor verbalmente, ao se comunicarem. Eles creem que simplesmente dizer “eu amo você” aos filhos resolve o problema. A expressão verbal do afeto é, sem dúvida, muito importante; porém, insuficiente. Os filhos são seres comportamentais. Temos de falar a língua deles. Ao chegar em casa, os pegarmos no colo, os abraçarmos com força e lhe darmos um presente, participar das atividades escolares, fazer um desenho, brincar. Essas atitudes poderão comunicar a ele, a mensagem: “Eu amo você”.
Os exemplos bíblicos de pais que criaram os filhos no caminho de Deus
Ana – orou a Deus para poder ter filhos. Penina (outra mulher de seu esposo Elcana) zombava dela porque não podia ter filhos, pois, naquela época, não conceber, se considerava maldição. Com efeito, Ana se derrama na presença de Deus (1Sm 1. 10-15), faz um voto com Deus (1Sm 1.11) e o Senhor a ouviu, concedendo-lhe um filho. A este chamou “Samuel” – o qual foi entregue para servir ao Criador no templo (1Sm 1.24-28). Samuel exerceu um tríplice ofício em Israel: sacerdote, juiz e profeta! E nunca uma palavra de Samuel caiu por terra. (1Sm 3.19). Fazendo das doze tribos solidárias, uma nação forte e unida! Por quê? Sua mãe o entregou ao serviço de Deus!
Lóide – avó de Timóteo; uma judia piedosa, descrita por Paulo, o qual elogia sua fé. Entende-se, pelas Escrituras, que criara Eunice (sua filha) nos trilhos do Senhor Jesus. Tal exemplo teve repercussão na vida de Timóteo, seu neto.
Eunice - Eunice era uma judia casada com um homem grego, não cristão (At 16.1,2). Mesmo tendo um marido incrédulo, ela procurou obedecer à Palavra de Deus que dizia:"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6). Ela, juntamente, com sua mãe Lóide, procurou falar de Jesus a seu filho Timóteo. A sua lealdade ao evangelho foi herdada de sua mãe e passada a seu filho que, assim como elas, tinha uma fé não fingida. Não obstante, ensinava a Lei de Deus a Timóteo desde a meninice dele. Na verdade, citava trechos alusivos à obra redentora de Cristo, aos testemunhos edificantes dos primeiros passos da Igreja Cristã... Isso fortaleceu a Timóteo, garantindo-lhe a salvação (2Tm 3.15). Obedecia ao mandamento do Senhor, descrito em Deuteronômio 6.7: “E intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando e levantando-se”. Isso surtiu efeito, visto que se tornou ajudante e companheiro do apóstolo Paulo; entretanto, tal obra se sucedeu, pela educação justa e piedosa de sua mãe.
Na história contemporânea...
Susana Wesley – mãe do grande avivalista, pregador do movimento da santidade – John Wesley (Inglaterra) – que acreditava que “aquele que poupa a vara, aborrece a seu filho” (Pv 13.24) e não consistia que seus filhos chorassem em voz alta. Susana marcava o quinto aniversário de cada filho como o dia em que deviam aprender o alfabeto. O dia seguinte, a criança que completava cinco anos e aprendia o alfabeto, começava o estudo da leitura, iniciando-o com o primeiro versículo da Bíblia. Ela separava uma hora por dia, para cada filho, a fim de ensiná-los a obra de Cristo. Em suma, eis os frutos: John Wesley pregava cerca de 780 vezes por ano, isso a cada ano durante 54 anos de seu ministério! Esse homem de físico franzino, ao completar 88 anos, escreveu: “Durante mais de 86 anos não experimentei qualquer debilidade de velhice; os olhos nunca escureceram, nem perdi o meu vigor”. Com a idade de 70 anos, pregou a um auditório de 30 mil pessoas, ao ar livre, e foi ouvido por todos. Aos 86 anos fez uma viagem à Irlanda, na qual, além de pregar seis vezes ao ar livre, pregou 100 vezes em sessenta cidades.
BibliografiaAna – orou a Deus para poder ter filhos. Penina (outra mulher de seu esposo Elcana) zombava dela porque não podia ter filhos, pois, naquela época, não conceber, se considerava maldição. Com efeito, Ana se derrama na presença de Deus (1Sm 1. 10-15), faz um voto com Deus (1Sm 1.11) e o Senhor a ouviu, concedendo-lhe um filho. A este chamou “Samuel” – o qual foi entregue para servir ao Criador no templo (1Sm 1.24-28). Samuel exerceu um tríplice ofício em Israel: sacerdote, juiz e profeta! E nunca uma palavra de Samuel caiu por terra. (1Sm 3.19). Fazendo das doze tribos solidárias, uma nação forte e unida! Por quê? Sua mãe o entregou ao serviço de Deus!
Lóide – avó de Timóteo; uma judia piedosa, descrita por Paulo, o qual elogia sua fé. Entende-se, pelas Escrituras, que criara Eunice (sua filha) nos trilhos do Senhor Jesus. Tal exemplo teve repercussão na vida de Timóteo, seu neto.
Eunice - Eunice era uma judia casada com um homem grego, não cristão (At 16.1,2). Mesmo tendo um marido incrédulo, ela procurou obedecer à Palavra de Deus que dizia:"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6). Ela, juntamente, com sua mãe Lóide, procurou falar de Jesus a seu filho Timóteo. A sua lealdade ao evangelho foi herdada de sua mãe e passada a seu filho que, assim como elas, tinha uma fé não fingida. Não obstante, ensinava a Lei de Deus a Timóteo desde a meninice dele. Na verdade, citava trechos alusivos à obra redentora de Cristo, aos testemunhos edificantes dos primeiros passos da Igreja Cristã... Isso fortaleceu a Timóteo, garantindo-lhe a salvação (2Tm 3.15). Obedecia ao mandamento do Senhor, descrito em Deuteronômio 6.7: “E intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando e levantando-se”. Isso surtiu efeito, visto que se tornou ajudante e companheiro do apóstolo Paulo; entretanto, tal obra se sucedeu, pela educação justa e piedosa de sua mãe.
Na história contemporânea...
Susana Wesley – mãe do grande avivalista, pregador do movimento da santidade – John Wesley (Inglaterra) – que acreditava que “aquele que poupa a vara, aborrece a seu filho” (Pv 13.24) e não consistia que seus filhos chorassem em voz alta. Susana marcava o quinto aniversário de cada filho como o dia em que deviam aprender o alfabeto. O dia seguinte, a criança que completava cinco anos e aprendia o alfabeto, começava o estudo da leitura, iniciando-o com o primeiro versículo da Bíblia. Ela separava uma hora por dia, para cada filho, a fim de ensiná-los a obra de Cristo. Em suma, eis os frutos: John Wesley pregava cerca de 780 vezes por ano, isso a cada ano durante 54 anos de seu ministério! Esse homem de físico franzino, ao completar 88 anos, escreveu: “Durante mais de 86 anos não experimentei qualquer debilidade de velhice; os olhos nunca escureceram, nem perdi o meu vigor”. Com a idade de 70 anos, pregou a um auditório de 30 mil pessoas, ao ar livre, e foi ouvido por todos. Aos 86 anos fez uma viagem à Irlanda, na qual, além de pregar seis vezes ao ar livre, pregou 100 vezes em sessenta cidades.
Bíblia On-line. Disponível em: <www.bibliaonline.com.br>. Acesso em 27 de julho de 2011.
BOYER, Orlando Spancer. Heróis da Fé. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
CAMPBELL, Ross. Como realmente amar seu filho adolescente. São Paulo: Mundo Cristão.
RAY, Bruce A. Não Deixe de Corrigir Seus Filhos. Editora Fiel.
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