quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Três Coisas.......
Três coisas na vida que depois de passarem não voltam
1. Tempo
2. Palavras
3. Oportunidades
Três coisas que podem destruir uma pessoa
1. Raiva
2. Orgulho
3. Não perdoar
Três coisas que nunca devemos perder
1. Esperança
2. Paz
3. Honestidade
Três coisas que são valiosas
1. Amor Verdadeiro
2. Família
3. Amigos
Três coisas que nunca podem ser dadas como certas
1. Fortuna
2. Sucesso
3. Sonhos
Três coisas que fazem ser uma pessoa digna
1. Compromisso
2. Sinceridade
3. Trabalho honesto
Três verdades constantes
- Pai, Filho, Espirito Santo, Pedi a Deus que te abençoasse hoje e sempre; que te guie e proteja, ao longo da tua caminhada.
O Amor de Deus está sempre contigo, as promessas de Deus são verdadeiras.
E quando Lhe entregas todos os teus problemas, tu sabes que Ele os resolverá.
Deus te abençoe!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
A COBRA E O VAGALUME
Conta a lenda que certa vez uma serpente começou a perseguir um vagalume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora, mas a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia, e ela nao desistia; dois dias, e nada. No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, disse a cobra, mas já que vou devorá-lo mesmo, pode perguntar.
- Pertenço à sua cadeia alimentar ?, perguntou o vagalume.
- Nao. Respondeu a cobra.
- Eu lhe fiz algum mal? Redarguiu o vagalume.
- Não. Respondeu novamente a cobra.
- Então, por que você quer acabar comigo? Perguntou novamente o vagalume.
- Porque nao suporto ver você brilhar... . . Disse finalmente o ofídio.
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, disse a cobra, mas já que vou devorá-lo mesmo, pode perguntar.
- Pertenço à sua cadeia alimentar ?, perguntou o vagalume.
- Nao. Respondeu a cobra.
- Eu lhe fiz algum mal? Redarguiu o vagalume.
- Não. Respondeu novamente a cobra.
- Então, por que você quer acabar comigo? Perguntou novamente o vagalume.
- Porque nao suporto ver você brilhar... . . Disse finalmente o ofídio.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Surpresas
OS MILAGRES EXISTEM PARA QUEM TEM OLHOS QUE SABEM VER A SABEDORIA E A LUDICIDADE AMOROSA PRÓPRIAS DO QUE É DIVINO.
Tem gente que entra na nossa vida de forma providencial e se encaixa naquela história que gosto de imaginar: SURPRESAS QUE DEUS EMBRULHA PRA PRESENTE E NOS ENVIA NO ANONIMATO.
Surpresas que só sabemos de onde vêm porque chegam com o cheiro dele no papel.
Tem gente que entra na nossa vida de forma providencial e se encaixa naquela história que gosto de imaginar: SURPRESAS QUE DEUS EMBRULHA PRA PRESENTE E NOS ENVIA NO ANONIMATO.
Surpresas que só sabemos de onde vêm porque chegam com o cheiro dele no papel.
Acho maravilhoso perceber o quanto algumas vidas interagem com a nossa de um jeito tão mágico e bonito. Do que transcende. Do que escapole da nossa lógica tantas vezes sem coração. Todo encontro que verdadeiramente nos toca é uma espécie de milagre num mundo de bilhões de seres humanos.
domingo, 9 de outubro de 2011
Solitários, carentes e infelizes
Posted: 15/09/2011 by Mauricio Zágari in Amor, Espiritualidade, Solidão
Pois em nossa vida existe uma viúva negra que age de modo muito semelhante. Seu nome é solidão (ou, em outros dialetos, carência afetiva). Fato é que tenho visto tantos e tantos cristãos solitários e carentes! Tão desesperados por preencher com alguém as lacunas que existem em suas almas que acabam cometendo grandes erros, equívocos dos quais vão se arrepender pelo resto de suas vidas – exatamente como o aracnídeo macho.
A corte se inicia. Os dois se aproximam. A pessoa vê naquele outro a oportunidade de completar suas lacunas, seu vazio, sua solidão, sua carência. Até mesmo enxerga nele a possibilidade de ser o pai (ou a mãe) dos filhos que sonha ter. E o convida para entrar. Então, motivada não pelo amor que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”, mas por um vazio de solidão e carência, começa um namoro. É até gostoso, no início. O outro te diz palavras bonitas, exalta suas qualidades, diz que seus defeitos não importam, te chama de apelidos carinhosos, faz você se sentir querido, acolhido, abraçado, acompanhado. De repente, a sensação de vazio some, o outro te faz companhia, serenatas, te chama de “meu amor”, preenche os espaços da sua carência.
O dia chegará
Mas um dia (e esse dia chegará, meu amigo, minha amiga, já vi isso incontáveis vezes, em especial entre evangélicos), deitada no travesseiro da sua teia, você vai se virar para o lado e deixar lágrimas escorrerem. Pois vai descobrir que aquele alguém muito legal que serviu para aplacar a sua solidão num certo momento da vida… não dá sentido humano a ela. Simplesmente é incapaz de cumprir o papel de compleitude, pois o papel dele era provisório, tinha prazo de validade, funcionava por um tempo – e o que você acha que ele faria pelo resto de seus dias ele é incapaz de fazer:ser AMOR.
Para ser honesto e cruel, falando friamente não haveria razão lógica ou emocional para ele continuar ali. Mas você é um bom cristão, então divórcio está fora de cogitação. Fica então um oco. E para sua surpresa (hoje você não sabe disso, mas descobrirá) nem mesmo os filhos que ele te deu preenchem esse vácuo, pois o tipo de amor paterno/materno é absurdamente diferente do amor que precisamos dar e receber de um homem/uma mulher. Vocé percebe que há um enorme rasgo e um incomensurável vazio em suas entranhas. Elas foram devoradas e você nem percebeu. Você quis matar a solidão e de repente se vê imerso numa indissolúvel solidão a dois. Sim, Cazuza acertou nessa: solidão a dois existe. E muito. E nossas igrejas estão abarrotadas delas.
Ossos e carne
Deus criou homem e mulher para se completarem. Para serem, como diz Gn 2.23, “osso dos meus ossos e carne da minha carne”. Para não conseguirem viver um sem o outro. Se arrancarem os seus ossos veja se consegue seguir vivendo sem eles. Arranque-se sua carne e veja quanto tempo dura sem desfalecer. Deus criou homem e mulher que se unem em casamento para viverem como um e morrerem como um. Casamento é uma coisa muito séria.
Aliás, amor é uma coisa muito séria. Não é brincadeira. Não é coisinha de poeta. E muitos de nós, especialmente nas igrejas, temos vivido nossos amores como uma grande equação matemática. Algo frio: preciso casar, é o que esperam de mim, não sei viver só, é o que todos fazem, então pronto: subo ao cadafalso do altar, me entrego ao carrasco do pastor e deixo que me executem. Mas, querido, querida, amor é razão, mas também é emoção e ação. Amor é um milagre. Amor é uma força que derrubou impérios, motivou guerras, gerou as maiores obras de arte da história da humanidade. No amor há livros, no amor há pintura, há escultura, há beleza e lágrimas. O amor é tão fundamental que ele é a essência do Deus que é amor. Como tratar isso apenas matematicamente? Racionalmente? Tratar o amor somente pela lógica seria ilógico.
A notícia não muito agradável é que pode demorar anos para você encontrar esse amor. Pode demorar muito tempo para chegar a pessoa que preencherá não só suas lacunas, mas que se fundirá 100% à sua alma. E esse é o problema. Não queremos esperar. Não suportamos a pressão. Não suportamos a carência. Seu peso nos esmaga. Ela é mais forte do que nós. A viúva negra tem um tamanho bem maior que o do macho. E muitos se sentem impotentes diante dela. Por isso, sucumbem. E, mais à frente, terão suas entranhas devoradas. Mas… naquele momento… Ah, que importa? A viúva negra lhe chama de “meu amor”, acaricia seu ego e seus cabelos, faz a solidão desaparecer. Lhe faz companhia. Manda flores. Ela te seduz, te atrai, te enreda em sua teia.
Mas a viúva negra traz morte.
Meu irmão, minha irmã. Eu e você vivemos numa sociedade que nos empurra para a teia. Mas não importa quanto tempo demore para que você encontre o amor. Na verdade, isso é o que menos importa, em se tratando de amor. Veja o exemplo de Jacó, que sabia exatamente quem queria e esperou o tempo que fosse: “Jacó trabalhou sete anos por Raquel, mas lhe pareceram poucos dias, pelo tanto que a amava” (Gn 29.20). Isso é amor. Isso é verdade. Isso é tudo. Não troque o ouro puro do amor verdadeiro, aquele que em termos humanos dará sentido a tudo o que você viverá até chegar ao seu leito de morte, pelo latão enferrujado de uma solidão suprida. Pela pobreza de uma carência afetiva aparentemente resolvida. Por um nada travestido de alguma coisa.
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
O médico então lhe perguntou:
- Por que a pressa?
E ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está em um asilo.
E o médico comentou:
- Que bacana! Então vocês matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!
E o velhinho diz:
- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas por que então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida a tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira. Este é o verdadeiro amor!”
Lição 02 - Liderança em tempos de crise
Subsídio preparado pela CPAD
Por J. I. Packer
“Eu gosto dele. Ele era um homem de construção”, confidenciou-me o velho construtor texano. Alegrei-me ao ouvi-lo porque, francamente, também gosto de Neemias. Espero que, quando chegar ao céu, possa reconhecê-lo e confessar-lhe isso. O que desejo que ele saiba é que, durante o meio século em que tenho servido a Cristo, ele me tem ajudado muito, talvez mais que qualquer outro personagem bíblico, que não o próprio Senhor Jesus. Quando, aos dezenove anos, comecei a imaginar se Deus me quereria no ministério, foi a experiência de Neemias que me mostrou como se dá a orientação vocacional, e pôs-me no caminho. Quando me encarreguei de um centro de estudo comprometido a neutralizar a teologia liberal, foi Neemias quem me forneceu as ideias de que eu necessitava para comandar um empreendimento de Deus e lidar com a oposição fortificada.
Quando, depois disso, tornei-me o diretor de uma faculdade teológica, que se achava em apuros financeiros, novamente foi o exemplo de liderança de Neemias que me ensinou como fazer o meu trabalho. Uma vez que podemos falar daquilo que vimos, quando sou convidado a palestrar sobre vocação e/ou liderança, frequentemente levo os meus ouvintes a uma viagem pela história de Neemias. É natural que nos afeiçoemos a alguém a quem tanto devemos, sinto-me profundamente endividado com Neemias. Ninguém deve admirar-se, então, de que eu o considere agora um amigo particular. Tampouco sou eu o único a considerá-lo como tal. Um livro publicado em 1986 começa assim:
Os detalhes de meu primeiro encontro com ele acham-se nublados em minha mente. Deus enviou-o a mim em meus primeiros anos na universidade, a fim de ajudar-me a superar alguns desafios formidáveis. Desde então, ele tem sido uma companhia sempre presente...
Neemias pôs todo o seu ser em seu diário, que foi incorporado ao livro que agora chamamos pelo seu nome. Lendo-o, posso sentir-lhe as batidas do coração, o tremor dos dedos e a aflição de seus gemidos... Que sabedoria a dele! E como ele incutiu em mim as lições básicas de liderança! Não esqueci nenhuma delas, e tenho volvido a ele de tempos em tempos, em busca de reafirmação.
Como estudante de medicina, eu necessitava dele de modo especial. Ele era um líder. E... bem, quer eu o desejasse quer não, tornei-me, em um tempo relativamente curto, o presidente nacional da Bristish Inter-Varsity... Durante esse período, Neemias confortou-me e instruiu-me... Eu escolhi explanar o livro de Neemias na primeira Latin American Fellowship of Evangelical Students... Neemias tornou-se uma espécie de patrono do novo movimento – ou ao menos uma luz orientadora aos jovens alunos de liderança, que enfrentavam a impressionante tarefa de evangelizar um continente...
À medida que as responsabilidades se sucediam, continuei fascinado e instruído pela vida e pelas palavras desse homem de ação. E conforme eu envelhecia, mais dele eu respigava. Era o homem, não o livro, que me prendia... Ele tornou-se o meu modelo de liderança.
Quando li pela primeira vez essas palavras de John White, ri sonoramente, daquele jeito que às vezes não podemos evitar, face às coisas deleitáveis que Deus faz. John White e eu somos quase contemporâneos e temos muita coisa em comum: uma formação Bristish Inter-Varsity; genes britânicos unidos pela cidadania canadense; uma teologia evangélica, uma compulsão pastoral e uma vocação literária; e um lar na Lower Mainland of Bristish Columbia. Não obstante, até 1986, eu não sabia que partilhávamos um relacionamento paralelo a Neemias. Contudo, os parágrafos citados contêm palavras que parecem extraídas do meu coração. Fico imaginando quantos mais têm sido mentoreados por Neemias.
Texto extraído da obra: “Neemias: Paixão Pela Fidelidade”, editada pela CPAD.
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| James Innell Packer (Gloucester, 22 de julho de 1926) é um teólogo anglicano e professor de teologia no Regent College, em Vancouver,Canadá. Seus livros já venderam mais de três milhões de exemplares. Entre os seus livros publicados em português estão O Conhecimento de Deus, Esperança, Na Dinâmica do Espírito, Entre os Gigantes de Deus e Os Vocábulos de Deus. Foi editor da revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) e membro do comitê de novas traduções da Bíblia. |
Os Falsos Profetas Têm Meios Próprios de Controle

Por Erwin Lutzer
Paulo repreende os crentes coríntios: "Tolerais quem vos escravize, quem vos devore, quem vos detenha, quem se exalte, quem vos esbofeteie no rosto" (2 Co 11.20, ARA; grifos meus).
Imagine! Esses crentes estavam dispostos a ser maltratados pelos superapóstolos sem reclamar! Esses falsos mestres eram manipuladores, controlando e humilhando, e as pessoas crédulas os seguiam!
A natureza humana não mudou! Fico maravilhado com histórias que ouço de pessoas frequentando igrejas onde o pastor usa de autoridade para explorar o povo por meio de controle arrogante, comentários depreciativos e acusações. Em certos casos, o pastor ameaça os membros da igreja, chegando a ponto de amaldiçoá-los se deixarem a congregação. Ele exige lealdade absoluta, compromisso e obediência pessoal. As pessoas continuam frequentando, embora ele os "esbofeteie no rosto", como disse Paulo. Afinal de contas, o pastor afirma ser o servo especial de Deus.
Como os falsos profetas exercem tal controle?
Primeiramente, por isolamento. Eles rompem as relações dos congregantes com suas famílias, insistindo que devem prestar lealdade somente aos falsos mestres. Insistem que os membros apenas se comuniquem com eles; afinal, o profeta lhes dirá tudo o que precisam saber. Esta é a marca do falso culto.
Em segundo lugar, há intimidação. Se os falsos profetas conseguirem conhecer a personalidade do congregante, eles acham um ponto de fraqueza e o usam como alavanca para suborná-lo à sujeição. Certo falso mestre perguntou aos membros de seu pequeno grupo quais eram suas fantasias sexuais e depois usou esta informação contra eles. Há cerca de vinte anos, um falso profeta aqui na região de Chicago falou-me que se eu não me colocasse sob sua autoridade, ele já havia me visto "caindo". Isso pode ser intimidante se pensarmos que ele, na verdade, falava em nome de Deus.
Em terceiro lugar, há exploração. O falso mestre encontra meios de desenvolver relacionamentos com seus seguidores. Se for uma personalidade da mídia, ele garante um favor especial se os seguidores lhe escreverem. Ele promete respostas às orações; promete prosperidade; promete que Deus os recompensará com dinheiro. Esse enganador almeja dependência e confiança cultual. Assim, os falsos profetas podem depender da lealdade e sustento desse povo por muitos anos. Entrementes, os falsos profetas não se põem sob autoridade. Eles desafiam a autoridade dos pastores, ou escolhem integrantes da diretoria da igreja que sabem que não os farão prestar contas. E pelo fato de acreditarem que recebem ordens diretamente de Deus, quando são interrogados, replicam: "Quem é você para questionar o ungido do Senhor?" Se um milagre acontece em seu ministério, eles o desfilam na frente das multidões e, implicitamente, recebem o crédito como "operadores de milagres". Mas se alguém não é curado, é por culpa da pessoa que não teve fé o suficiente ou não deu bastante dinheiro. Ninguém jamais é chamado ao púlpito para testemunhar sua "não-cura".
Já notou que as multidões que vêm admirar os operadores de milagre são os pobres? Porque estas pessoas — Deus as abençoe! — raciocinam: Se eu puder ter tanta Jé quanto o meu líder, Deus me abençoará como o abençoou. Assim, se a hipoteca não for automaticamente paga, se não forem curados, é por culpa deles. Não admira que pessoas desiludidas com esses ministérios pensem que Deus as abandonou.
Fonte: Josemar Bessa
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